sábado, 8 de novembro de 2008

Tempo

O que é o tempo?
Não é o devir das horas,
nem o prazo findo,
nem tampouco a alvorada do dia.

É a estrada que nunca se encerra,
Nem encontra sua paralela,
Mas que vive em transformação.

É a busca pela própria alma,
É encontrar a calma
E se livrar da angústia do perto – longe de nós mesmos

O tempo é caminhar
Para a morte– vida – nascimento
Achar a própria essência
E fazer de si obra em eterna construção

5 comentários:

vkiiy disse...

Uauuuuuuu
“somos aquilo que pensamos”

Muito bom!
Vou te visitar mais vezes ...

bju fica com Deus

Raquel Medeiros disse...

Volte sempre, lindona!
Muitos beijos

emerson_adv disse...

Chego a conclusão que o tempo nada mais é do que a passagem que se inicia quando nascemos e cessa quando morremos.
Todo e qualquer tempo é um ciclo, com começo e fim.

Aproveite o tempo! rs

Raquel Medeiros disse...

Gosto dessa idéia de entender o tempo como o "recheio" de um ou mais ciclos, Emerson.
Valeu pela visita e participação!
Abraços

luiz antonio ferraz disse...

Raquel

Heráclito já dizia que você nunca se banha 2 vezes no mesmo rio, pois ele corre e transmuta-se eternamente ! Bela poesia, com o tempo grávido de tempos, pulsares, um tempo não linear ou evolutivo mas simultâneo / vário, anti - maniqueísta em relação à morte, tempo que arranca alegria ao futuro !

Abração
do amigo Tonho.